Empresas controlam funcionários por meio de microchips

O “Biohaking” é a nova estratégia de algumas empresas  para controlar funcionários por meio de implantes de microchips nas mãos.

Minúsculos chips já começaram a ser instalados nas pessoas. Por meio deles, já é possível destravar portas, guardar senhas, acessar computadores, realizar pagamentos e muitas outras possibilidades.

De acordo com Associated Press, é realizada uma injeção entre o dedão e o dedo indicador de um microchip do tamanho de um grão de arroz como ‘implante subdérmico’. Tal ação é vista e recebida com espanto para algumas pessoas, outras acreditam que a possibilidade de andar com microchips é um avanço benéfico porque “alivia o número de coisas que você precisa carregar” — no caso, cartões de acesso, cartões de crédito, chaves e outros itens.

O biohacking é um método que consiste em “unir biologia e ética hacker”. Ou seja: implantar chips e dispositivos no corpo que podem interagir com o mundo externo.

Para os cristãos, o chip representa a marca da besta, e trata-se de algo previsto e grafado na Bíblia, podendo ser encontrado no livro de Apocalipse, em uma profecia sobre o fim dos tempos. Antes da volta de Jesus, surgirá uma besta que será adorada no mundo todo. A besta enganará muitas pessoas com seu poder e milagres. Todos que a adoram receberão sua marca na mão direita ou na testa.

“Também obrigou todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, a receberem certa marca na mão direita ou na testa, para que ninguém pudesse comprar nem vender, a não ser quem tivesse a marca, que é o nome da besta ou o número do seu nome. Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Seu número é seiscentos e sessenta e seis.”
Apocalipse 13:16-18

O cientista cibernético Dr. Mark Gasson da Universidade de Reading, na Grã-Bretanha, se tornou o primeiro ser humano a ser infectado com um vírus de computador, depois que injetou em si mesmo um microchip em 2009 para controlar dispositivos eletrônicos em seu escritório.
Gasson e outros cientistas dizem que um novo mundo com populações em massa de pessoas informatizados é iminente e inevitável.

“Ele tem o potencial de mudar a própria essência do que é ser humano”, diz Gasson. “Não é possível interagir na sociedade de hoje de forma significativa sem ter um telefone celular. Acho que implantes humanos irão pelo mesmo caminho. Será tal a desvantagem não ter o implante que, essencialmente, não será opcional.”

Michael Snyder do site “The Truth Wins“, perguntou “O que você pode fazer quando você não puder mais comprar ou vender sem a apresentação de identificação biométrica?

Esta tecnologia está cada vez mais se expandindo e um dia não será possível abrir uma conta bancária, obter um cartão de crédito, ou inclusive comprar algo sem antes implantar o chip na mão ou no rosto. O fato é que a população mundial irá submeter-se, voluntariamente, à escravidão digital.

O vício pelo consumo tecnológico e status social travará uma guerra contra a resistência dos religiosos e suas teorias fundamentadas em seus livros sagrados, principalmente a Bíblia. Mas, assim como os aparelhos celulares se transformaram em bens necessários para a sobrevivência e aceitação social, a tecnologia dos microchips em humanos logo será aceita e imposta à grande massa.

Teremos um novo “código de imposto”. Para ter acesso aos serviços oficiais, os humanos deverão ser marcados, pois, sem o reconhecimento, não será possível fazer nenhum tipo de compras. Tudo será rastreado pelo Estado, a sua vida será controlada mais do que tem sido.

Você é contra ou a favor da implantação de chips em seres humanos? Revele a sua opinião nos comentários.

Jornalista Carlos Conrado

SEM COMENTÁRIO

DEIXE UMA RESPOSTA